sábado, 22 de dezembro de 2018

Autoatendimento Bancário


Com a evolução das máquinas e das telecomunicações, viu-se necessário à implementação de um modelo de atendimento bancário mais apropriado ao mercado consumidor, algo adequado que acompanhasse esse progresso, sem deixar de ser seguro e eficaz.

Neste novo cenário de desenvolvimento, as instituições financeiras foram impulsionas a investir cada vez mais em seus modelos de atendimento, modernizando as transações bancárias, mantendo a mesma categoria e segurança.

O setor bancário teve de melhorar a qualidade de seus serviços, adequando-se as tendências do mercado competitivo, a rapidez, eficiência e bom atendimento, criando terminais 24 horas, transações via internet, telefone, substituindo a interação pessoal pelas tecnologias de canais de autoatendimento, levando seus produtos de encontro ao cliente, evitando a necessidade de deslocamento até as agências.

Esta “modernidade bancária” passou a caminhar em passos largos, a automação, as transações online, as redes eletrônicas: intranet, extranet e internet, finalmente começaram a habitar a vida dos brasileiros. O novo estava presente, mas ainda impactado pela resistência dos clientes na utilização desses serviços. Havia um obstáculo na implementação desta nova tecnologia de autoatendimento, que não estava ligada na tecnologia em si, mas em convencer os clientes a utilizá-las.

O que se via, era de um lado, o cliente frente a milhares de inovações tecnológicas, algo realmente interessante, mas do outro, aquele mesmo cliente apresentava desespero, fobia em meio as tais inovações, afinal, a relação pessoal, o contato humano, a figura do “querido” gerente estaria se exaurindo. A automação bancária de fato havia vindo para ficar, e ali, nós brasileiros, estávamos inseguros diante de tamanha informação.

A Automação Bancária forte e resistente estava trazendo maior praticidade, todavia, atravancada pela insegurança do cliente, e é nesta parte onde se vislumbra maior deficiência, pois o consumidor brasileiro ainda se encontra tímido em meio à tamanha tecnologia.

As Transações Bancárias pelas redes de autoatendimento são confiáveis e práticas, e devem ser utilizadas pelos consumidores sem medo, sem aflição, proporcionando ganho de tempo e trazendo conveniência para o dia a dia. A automação e a informatização dos serviços oferecidos pelos bancos são alternativas eficazes para se alcançar a excelência no atendimento, entretanto, sua continuidade e expansão só dependeram de como os próprios clientes incorporarão essas inovações no seu cotidiano.




A tecnologia da informação (TI) é uma grande ferramenta para os bancos brasileiros há muito tempo, por isso ocorrem investimentos muito grandes nesse setor, sendo a área de TI dessas empresas um ponto estratégico na criação de valor para o consumidor interno e externo de informação.