quinta-feira, 28 de maio de 2020

Análises Financeiras e o Administrador Atual



Todo empreendedor que deseja conduzir com sucesso um negócio próprio precisa familiarizar-se com o fato de que toda e qualquer ação realizada na empresa, quer seja com propósitos operacionais, administrativos, técnicos ou comerciais, apresentará reflexos na estrutura e no desempenho econômico e financeiro do empreendimento.

A análise financeira através do monitoramento dos fatos e dos resultados, bem como, do planejamento de novos fatos e resultados deve tornar-se uma ação gerencial estratégica constante do empresário.

Devem ser tratados com grande relevância os seguintes pontos:

  • Equilíbrio econômico e financeiro
  • Crescimento
  • Indicadores econômicos

EQUILÍBRIO ECONÔMICO E FINANCEIRO

Primeiramente deve-se realizar um estudo sobre a viabilidade do negócio através da análise da estabilidade e capacidade de geração de lucro, as quais podem ser medidas através da análise dos seguintes desempenhos:

Faturamento periódico: Conhecer e monitorar as vendas diárias, conhecendo o quê, quanto, por quanto e para quando é vendido;

Custos variáveis: conhecer quais são e quanto representam os custos que estão diretamente associados ao volume de vendas, oriundo da revenda, industrialização ou da prestação de serviços. Transformar ao máximo os custos fixos em custos variáveis deve ser uma das grandes estratégias da empresa;

Custos fixos: conhecer quais são e quanto representam os custos representados pelas contas de estrutura, ou seja, todos os custos para a manutenção e/ou existência da empresa. O monitoramento do montante dos custos fixos deve ser permanente, tanto quanto as ações para reduzi-los;

Margem de contribuição: conhecer a margem de contribuição de sua atividade. Trata-se do seu grande índice mágico que permitirá realizar as análises de viabilidade, de lucratividade, de ponto de equilíbrio e da análise de novos projetos. Também, quanto maior for este índice maior será a saúde financeira da empresa;

Lucro operacional: representa o resultado final depois de remunerados todos os custos variáveis e fixos no período;

Preços de vendas: Determinar os preços de vendas dos produtos e serviços deve ser uma ação técnica e estratégica, considerando-se os fatores de lucratividade, competitividade e posicionamento de mercado;

Fluxo de Caixa: Não tão somente a elaboração do fluxo de caixa com base nas informações operacionais, quanto a projeção estratégica deste fluxo de caixa mediante negociações de compras, de vendas e da estrutura de custos fixos de forma a compatibilizar o fluxo e o volume de entradas e saídas, resultando em saldos continuamente positivos.


CRESCIMENTO

A análise do crescimento diz respeito ao crescimento patrimonial da empresa, representado pela análise do patrimônio liquido. Aumento de estrutura, elevação nos volumes de faturamento e novas imobilizações não representam necessariamente crescimento.


INDICADORES ECONÔMICOS

Os indicadores econômicos são medidas de desempenho utilizadas para mensurar o desenvolvimento econômico da empresa. Expressos através de índices demonstram parâmetros da saúde da empresa e permitem comparativos de desempenho entre diferentes períodos, de maneira a avaliar o resultado atual em relação a outros períodos históricos. Índices de liquidez: avalia a capacidade de pagamentos da empresa para fazer frente as suas obrigações. Representa um grande referencial de longevidade da empresa. É muito importante saber calcular e avaliar os índices de liquidez geral e líquido;

Índice de endividamento: avalia a representatividade do volume de obrigações (capital de terceiros: fornecedores, bancos,...) comprometidos frente ao capital próprio da empresa;

Índice de rentabilidade sobre vendas: demonstra a relação do lucro operacional com as vendas realizadas;

Índice de atividades – prazo médio de recebimento: avalia o número médio de dias que a empresa leva para receber o valor de suas vendas;

Índices de atividades – prazo médio de pagamento: avaliar o número médio de dias que a empresa leva para pagar seus fornecedores.

A diferença entre o antigo e o novo administrador

Podemos perceber que a forma de se administrar está em constante mudança. Podemos destacar vários pontos entre a administração antiga e a atual. Dentre eles, podemos destacar a forma de administrar pessoas e talentos. Podemos perceber que a forma de se administrar está em constante mudança. Podemos destacar vários pontos entre a administração antiga e a atual. Dentre eles, podemos destacar a forma de administrar pessoas e talentos. 

Antigamente, o administrador ou líder, se preocupava mais com si mesmo e nos seus interesses financeiros criando assim, uma forte hierarquia dentro da empresa. A forma de administrar pessoas era quase nula, sempre deixavam os interesses e ambições dos colaboradores de lado, os tratando como meros números ou maquinas. 

Com o passar do tempo, foram percebendo que um funcionário que está de bem com seu ambiente de trabalho, gosta do que faz e é justamente remunerado de acordo com seu trabalho, ou seja, um funcionário motivado, gerava muito mais lucro que um funcionário que era tratado com descaso ou como uma maquina. Assim foram surgindo a necessidade de manter seus colaboradores motivados para que pudessem gerar mais riqueza para a empresa. 

Apesar do administrador antigo e o atual terem vários interesses e objetivos iguais, é inegável dizer que a necessidade de administrar pessoas de forma eficiente para que os mesmos possam estar motivados e assim gerar mais lucro para a empresa, é algo de suma importância dentro de uma organização no cenário e mercado atual. Portanto podemos dizer que a maior diferença entre o antigo o novo administrador, é a forma de administrar pessoas para mante-las motivadas assim gerando mais lucro e competitividade dentre das organizações atuais.